Jogador com passagem pelo Fluminense em 2021, Raúl Bobadilla fez postagem em seu perfil no Instagram desejando uma grande final de Libertadores neste sábado. Às 17h, o Tricolor encara o Boca Juniors, no Maracanã. O atacante pediu ainda que todos vivam esse grande momento em paz.
Atualmente no Schaffhausen (SUI), Bobadilla fez 30 jogos e quatro gols em sua passagem pelo Fluminense. Confira a postagem do atacante na rede social:
Com o título por equipes da ginástica rítmica, o país alcançou sua 55ª medalha dourada em Santiago
LECO VIANA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDOBrasil conquistou ouro na ginástica rítmica
O Brasil atingiu seu melhor desempenho na história dos Jogos Pan-Americanos, nesta sexta-feira, 3. Com o título por equipes da ginástica rítmica, o país alcançou sua 55ª medalha dourada em Santiago, superando a marca de Lima-2019, que era de 54. A ginástica rítmica, por sinal, foi fundamental para este recorde – a modalidade conseguiu cinco ouros, sendo dois coletivos e três individuais. No fim do dia, Marlene Ewellyn deu a medalha dourada de número 56, graças à conquista nos 400 m com barreiras feminino. Assim, o Brasil permanece firme na segunda posição no quadro geral de medalhas, à frente de México e Canadá, com 42 e 40, respectivamente. Os Estados Unidos lideram com folga, com 100 ouros.
Max Verstappené o pole em SP (Foto: Rodrigo Berton/Warm Up)
No meio da tarde, São Paulo viu o dia virar noite e ganhar muita chuva. Até num cenário apocalíptico assim, Max Verstappen levou a melhor
Max Verstappen é o pole-position do GP de São Paulo de Fórmula 1. Mas o desfecho da classificação que formou o grid da etapa brasileira, teoricamente durante a tarde desta sexta-feira (3), contou com uma escuridão absolutamente noturna às 16h locais. Sem visual e com chuva, fim de festa na metade do Q3. Verstappen, que não tinha grande vantagem, ainda assim fez valer a força do tricampeão.
É importante destacar o cenário climático em que tudo aconteceu. A previsão do tempo apontava durante toda a semana que a chuva era possibilidade fortíssima para o horário da classificação. Mas a hora chegou, foi passando e, mesmo com as nuvens escuras no céu, nada aconteceu. Só que, no começo do Q3, o céu ficou escuro. Em alguns minutos, virou absoluta noite em São Paulo. Com tudo muito estranho, faltava somente a chuva.
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Com mais da metade do Q3 ainda por disputar, Oscar Piastri rodou e causou rápida bandeira amarela. Mas foi o suficiente para o cenário apocalíptico ganhar o espaço. Que coisa. Fim de papo ali mesmo. E equipes autorizadas a fechar as garagens, trovoadas enormes e alagamento de parte do paddock.
Charles Leclerc completa a primeira fila, enquanto as duas Aston Martin formam a segunda fila: Lance Stroll na frente de Fernando Alonso. Lewis Hamilton, George Russell, Lando Norris, Carlos Sainz, Sergio Pérez e Oscar Piastri completam o top-10.
O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO e EM TEMPO REAL e cobre o GP de São Paulo de Fórmula 1 ‘in loco’ com Evelyn Guimarães, Gabriel Carvalho, Gabriel Curty, João Pedro Nascimento, Luana Marino, Pedro Henrique Marum e Rodrigo Berton. Em SEGUNDA TELA, o GP acompanha a etapa com transmissões da classificação, da sprint e da corrida. Na sexta-feira, no sábado e no domingo, o BRIEFING repercute tudo que acontece na etapa brasileira.
Confira como foi a classificação do GP de São Paulo de F1:
Iria ou não iria chover? A FIA indicava chances de chuva de 60% para algum momento da classificação, mas o calor se mantinha. A temperatura ambiente estava em 30°C, com asfalto chegando a 40°C. O famoso clima instável de Interlagos começava a se mostrar.
Entretanto, 10 minutos antes do começo da classificação, informação surpreendente: 15 minutos de atraso para o começo da atividade. O motivo era limpeza de pista. A Pirelli pediu que a FIA, logo após o TL1, que fizesse uma vasta limpeza de pista antes da classificação. Afinal, Fernando Alonso sofrera pneu furado após passar em detritos, algo que mais gente relatou.
Vassourinhas em punho e limpeza em ação. Assim foi pelos minutos seguintes até que, com dois minutos para a nova hora marcada, 14h15 (de Brasília, GMT-3), carros em fila no pit-lane para evitar qualquer perda.
F1 faz limpeza na pista após atraso no início da classificação do GP de São Paulo (Foto: Reprodução/F1)
Q1 – Russell na frente, Hülkenberg brilha e AlphaTauri e Alfa Romeo saem juntas
Na hora marcada, dez pilotos já apareciam enfileirados. Alexander Albon liderou a fila, mas ninguém queria perder tempo. Ferrari e McLaren mandaram ambos os pilotos, com Max Verstappen e George Russell também aparecendo por lá.
Quem foi à pista, aproveitou para sair abrindo volta rápida e colocando tempo no relógio. Lando Norris, com 1min10s623, pulou na frente inclusive de Verstappen ao marcar 1min10s673. O tricampeão ainda ficou mais lento que Lewis Hamilton e reclamou. “Pessoal, meu carro está pulando mais que um canguru”, afirmou.
Mas apenas os três primeiros colocados se colocaram abaixo da casa de 1min11s no primeiro momento. Enquanto isso, em parte da pista, Pierre Gasly voltava a se incomodar. Após reclamar que foi bloqueado pelo companheiro Esteban Ocon no TL1, agora ficou atrás de um mais lento George Russell. O inglês não abriu a trilha de corrida e obrigou Pierre a diminuir velocidade. “Deus do céu, isso é perigoso”, falou.
Demorou um pouco até que a Ferrari registrasse voltas realmente velozes, mas Charles Leclerc pulou para o primeiro posto com 1min10s472. Carlos Sainz, líder do TL2, passou somente em quinto. Que logo virou sexto, quando Oscar Piastri melhorou o tempo.
Fernando Alonso também saía para as primeiras posições, enquanto Sergio Pérez ocupava a 19ª colocação até sete minutos para o final. Aí, sim, conseguiu uma boa volta. Ninguém estava preso fora da pista com graves problemas. Assim, Williams e Alfa Romeo reinavam nas últimas posições nesta pista. AlphaTauri e Haas eram as duas equipes seguintes.
Nico Hülkenberg colocou a Haas nos primeiros lugares do Q1 (Foto: Haas F1 Team)
Só que Russell estava naquele bolo e fora da zona de eliminação por pouco. A Mercedes não estava confiante. Avisou a Russell e Hamilton que precisava trocar e colocar um novo jogo de pneus macios. Para a surpresa do oitavo colocado Hamilton “Não estamos seguros?”, questionou. E ouviu a resposta de que a equipe não tinha confiança.
Neste ponto, a dois minutos do fim do Q1, a chuva já caía firme em outras partes da cidade de São Paulo. No rádio da Aston Martin, Lance Stroll relatou gotas de chuva em Interlagos.
Pelo menos para o Q1, não afetaria. Russell precisou se provar na pista e apareceu no último momento com 1min10s340 para liderar já com o cronômetro zerado. Verstappen pulou para segundo, 0s096 atrás, e Leclerc em terceiro. Hülkenberg escapou com honras e foi para o quarto posto, somente 0s135 mais lento. Piastri, Stroll, Alonso, Kevin Magnussen e Alexander Albon formaram o top-10.
Sobrou para a AlphaTauri. Tsunoda e Daniel Ricciardo caíram, respectivamente, em 15º e 16º, com Valtteri Bottas na 17ª colocação. Logan Sargeant e Guanyu Zhou foram os outros eliminados.
Ainda sobrou tempo para confusões na saída do pit-lane envolvendo as duas Alpine. Tsunoda teve de ultrapassar Gasly, algo que Verstappen também precisou realizar quando pegou Ocon praticamente parado na frente e até passou pela grama.
A separação entre os 19 primeiros colocados foi de apenas 0s695. Entre os 20, 0s9. Proximidade muito forte.
Daniel Ricciardo caiu no Q1 (Foto: Rodrigo Berton/Warm Up)
Q2 – Norris mostra força da McLaren, enquanto Alpine e Haas caem de mala e cuia
Uma vez mais, nada de deixar a pista ganhar mais aderência e oferecer o tempo aos outros. Com traçado rapidamente cheio, o aviso para Verstappen era de que a chuva existia àquela altura, mas era fraquinha. Nada que conturbasse o ambiente da classificação.
De pneus novos, a McLaren tratou de recomeçar a se colocar como rival da Red Bull. Verstappen fez 1min10s162 e assumiu a dianteira, mas Norris estava somente 0s161 atrás. Piastri, 0s168. Pérez andava no quarto lugar. As duas equipes se destacavam um pouco no que era um pelotão bastante acirrado.
Quem mais demorou a sair e competir de verdade foi a Ferrari, que aparecia nas últimas colocações até seis minutos para o encerramento. Enquanto isso, Hamilton avisava que o asfalto estava esfriando bastante e dava leve escapada na entrada da reta oposta. Nada grave, ainda estava no quinto posto. Em seguida, foi para quarto.
Embora a dupla da Ferrari tenha avançado na tabela quando finalmente completou voltas competitivas, nada de saltar para frente. Com Alpine e Haas na zona de eliminação, a ordem de forças era aparente. Albon chegou a sair da região com a Williams, mas teve a volta cancelada por causa de desrespeito aos limites da pista e voltou a ser 15ª.
Lando Norris foi o mais rápido do Q2 (Foto: Rodrigo Berton/Warm Up)
A nova rodada de voltas rápidas seguia em frente. Norris fez o suficiente para assumir a dianteira ao cravar 1min10s021 logo antes do aviso de que faltavam somente dois minutos. Verstappen passou seguro e não melhorou a volta, enquanto Pérez virou o terceiro tempo. Alonso era o quarto, com Sainz, Hamilton, Leclerc, Russell, Piastri e Stroll no top-10 e classificados. A Ferrari usou pneus macios novos na hora da verdade, algo que a McLaren não fez.
Hülkenberg, em 11ª, liderou a lista de eliminados. Ocon, Gasly, Magnussen e Albon, nessa ordem, formava o trecho até o 15º posto. Kevin chegou a reclamar do tráfego de uma Ferrari, mas a verdade é que nada aconteceu que fosse digno de grandes contestações.
A separação entre os dez primeiros fora somente de 0s354; para os 15, 0s819.
Pierre Gasly é atrapalhado por George Russell na saída dos boxes durante Q1 em São Paulo (Foto: reprodução/F1 TV)
Q3 – Verstappen conquista pole em cenário de fim do mundo em Interlagos
A chuva anterior, uma leve garoa que rapidamente parou, ficara para trás. No começo do Q3, aviso de expectativa de chuva em dois minutos. Sobretudo após um atraso leve no começo para limpeza da pista. O céu estava absolutamente escurecido de nuvens carregadas.
Num cenário assim, Verstappen saiu rapidamente e já garantiu 1min10s727. Boa distância para Leclerc, que virou 1min11s021 para o segundo lugar da primeira rodada. Stroll, Alonso, Hamilton, Russell, Norris, Pérez e Piastri vinham em seguida.
Destaque para Piastri, que rodou sozinho na Junção – bom lembrar que o australiano nunca andou em Interlagos antes de hoje. Rápida bandeira amarela e chuva que vinha.
Se a pista começava a piorar, a bandeira amarela deu tempo de estragar tudo de vez. O que era um céu de muitas nuvens carregadas virou noite em São Paulo, ao menos sob Interlagos. “Já é noite”, avisou Alonso. E caiu uma absoluta tempestade. Fim de classificação, então. Com mais uma pole de Verstappen.
F1 2023, GP de São Paulo, Interlagos, Grid de Largada:
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Recuperação! Craque Neymar quebra silêncio e revela seu real estado de saúde depois de enfrentar uma cirurgia no joelho
Por:Felipe Gatto
3 nov2023- 08h31
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O jogador de futebol Neymar Jr. se pronunciou em suas redes sociais após recentemente ser internado em um hospital e passar por uma cirurgia em seu joelho esquerdo.
Neymar. Foto: Al
Foto: Hilal/Instagram / Mais Novela
O craque internacional está longe dos campos desde meados do mês de setembro, quando ele rompeu o ligamento durante uma partida jogo entre Brasil e Uruguai pelas Eliminatórias da Copa.
"Agora é foco na recuperação!", escreveu o esportista na internet, mostrando que está cuidando do corpo para se restabelecer o mais breve possível e voltar ao trabalho.
"Deu tudo certo. Obrigado pelas mensagens, e agora é foco na recuperação!", acrescentou Neymar nos Stories do Instagram, junto de uma foto na qual aparecia deitado na cama do centro médico.
A cirurgia do jogador durou cerca de 4 horas e, segundo informações do programa Globo Esporte, a previsão de alta para o famoso é já no próximo sábado, dia 4 de novembro.
A Fórmula 1 confirmou na manhã desta sexta-feira (03) a manutenção do GP de São Paulo em Interlagos até 2030.
O contrato atual, válido de 2021 a 2025, foi firmado em 2020. A prefeitura de São Paulo garantiu a continuidade da F1 na cidade em meio a uma candidatura do Rio de Janeiro para assumir o GP do Brasil no que seria o Autódromo de Deodoro.
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Mas, em meio aos problemas com a construção do autódromo carioca, que nunca chegou a sair do papel, a F1 fechou o acordo com a prefeitura paulistana, mudando o nome do evento de GP do Brasil para GP de São Paulo, além de trocar os responsáveis pela organização da prova.
O acordo inicial previa cinco anos de prova, entre 2021 e 2025, com a opção de renovação por mais cinco, confirmados nesta sexta-feira. Com isso, Interlagos garante um acordo de longo prazo com a F1, se juntando a pistas como Melbourne e Catar.
Na coletiva, realizada com o CEO da F1, Stefano Domenicali, o CEO do GP, Alan Adler, e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, foi destacado o papel do então prefeito da cidade, Bruno Covas, na garantia deste acordo, além de reforçarem a importância e a história de Interlagos para a categoria.
A partir desta sexta-feira, Interlagos recebe as primeiras atividades de pista do GP de São Paulo, com o único treino livre e a classificação para a prova do domingo. No Motorsport.com você acompanha a cobertura completa da passagem da principal categoria do automobilismo nacional pelo Brasil.
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Podcast #254 – O que esperar do GP de São Paulo, em Interlagos?
O Cruzeiro reclamou de pênalti na derrota para o São Paulo, por 1 a 0, nesta quinta-feira (2), no Morumbi, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. No início do segundo tempo, em disputa de bola na área, a bola bateu no cotovelo do zagueiro Beraldo, da equipe Tricolor. O árbitro Wilton Pereira Sampaio considerou o lance normal.
Na jogada, Beraldo estava em disputa com Jussa dentro da área do São Paulo. A bola pegou no cotovelo do defensor tricolor após bater no jogador cruzeirense.
Para Márcio Rezende de Freitas, comentarista de arbitragem da Itatiaia, o lance foi normal. Ele entendeu que o braço de Beraldo estava junto ao corpo e, por isso, o pênalti não deveria ter sido marcado.
"Há um toque no braço dentro da área do São Paulo, na disputa do Beraldo com o Jussa. Mas a bola está muito próxima, é o cotovelo dele (Beraldo) que pega na bola com o braço junto ao corpo. O VAR não tem que entrar nisso. Segue o jogo", disse Márcio.
O comentarista também analisou o gol anulado do São Paulo. Aos 36 minutos do primeiro tempo da etapa inicial, Wellington Rato cruzou para David, que cabeceou no canto e fez o goleiro Rafael Cabral cair para defender. No rebote, Alisson empurrou para o fundo da rede. Entretanto, o lance foi invalidado pelo Árbitro de Vídeo (VAR).
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