Romário, ex-Vila Nova (GO), foi condenado à pena máxima estabelecida pela Justiça Desportiva, mas não foi punido criminalmente
Redação Terra
29 mai2023- 17h55
(atualizado às 18h43)
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Foto: Fernando Brito/Vila Nova
O volante Romário, ex-jogador do Vila Nova-GO, pegou a pena máxima no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e foi banido do futebol. A decisão aconteceu em julgamento nesta segunda-feira, 29.
O jogador foi denunciado na Operação Penalidade Máxima, do Ministério Público de Goiás, mas não foi punido criminalmente.
Julgado pelos artigos 191, III parágrafo; 242; 243 §§1º e 2º; e 243-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), Marcos Vinicius Alves Barreira poderia pegar multa de R$ 100 a R$ 100 mil e suspensões que variavam de 180 dias até o banimento do futebol.
Os cinco membros do plenário do STJD votaram de forma unânime pelo banimento de Romário, além do pagamento de uma multa de R$ 25 mil.
Gabriel Domingos, companheiro de Romário no Vila Nova-GO, também foi punido no mesmo julgamento, mas não foi banido. O atleta está suspenso do futebol por 720 dias e terá que pagar multa de R$ 15 mil.
Atuaram como testemunhas do julgamento por videoconferência o presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, e os jogadores Willian Formiga (ex-Vila Nova e hoje no Ceará) e Jean Martim (ex-Vila Nova e hoje no Avaí). Sousa (Vila Nova) e Riquelme (ex-Vila Nova e hoje no Campinense) também estavam presentes, mas foram dispensados de prestar depoimento.
Os jogadores punidos ainda poderão apresentar recursos contra a decisão.
Entenda o caso
Romário foi procurado por apostadores para um esquema de manipulação na última rodada da Série B de 2022. A busca foi para que atletas cometessem pênaltis no primeiro tempo de três partidas.
Os aliciadores tiveram êxito em dois confrontos: Criciúma x Tombense (pênalti cometido por Joseph da equipe mineira); e Sampaio Corrêa x Londrina (Mateusinho, do time maranhense, foi o responsável pela infração).
No entanto, Romário não podia atuar porque esteve prestes a se transferir para uma equipe dos Emirados Árabes Unidos e rescindiu com o clube. No fim, a transferência não aconteceu e ele retornou ao Vila-Nova.
Então, o atleta procurou Gabriel Domingos, que aceitou a oferta. Um dos apostadores fez uma transferência de R$ 10 mil para Domingos, que repassou R$ 5 mil a Romário por ter feito o contato com os apostadores.
O São Paulo abriu conversas para a contratação do atacante Marinho, de 33 anos. O jogador foi afastado no Flamengo por ter se recusado a viajar com a delegação para o Chile, onde o time enfrentou o Ñublense, pela Copa Libertadores, e negocia sua saída do clube.
Marinho tem vínculo com o Flamengo até 31 de dezembro de 2023 e a partir de julho pode assinar um pré-contrato com qualquer outro clube e deixar a Gávea de graça ao fim da atual temporada. O grande obstáculo é o salário do jogador, que recebe no Rubro-Negro carioca um valor acima do que o São Paulo pode pagar.
Dorival Júnior, que trabalhou com Marinho recentemente no Flamengo, aprova o nome, e a diretoria são-paulina já conversa com os representantes do jogador para acertar a transferência do atleta, que reúne características das quais o elenco tricolor carece.
O Flamengo está disposto a facilitar a saída de Marinho, já que pode receber uma compensação financeira e abrir espaço em sua folha salarial para a chegada de outros atletas no meio do ano. A diretoria rubro-negra entende que liberar o atacante e embolsar uma quantia, ainda que pequena, é melhor que pagar seus salários sem utilizá-lo e vê-lo deixar o clube de graça em dezembro.
Marinho é um atacante de velocidade que o São Paulo busca há tempos. Para 2023 a diretoria trouxe Pedrinho, que se destacou pelo América-MG e defendia o Lokomotiv Moscou, da Rússia, mas acabou rescindindo o contrato do jogador, acusado de agressão pela ex-namorada.
Marinho se transferiu para o Flamengo em 2022 após passagem pelo Santos. O atacante jamais se consolidou como titular da equipe, somando seis gols e nove assistências em 59 partidas pelo clube.
Marinho seria o segundo reforço dado pela diretoria do São Paulo ao técnico Dorival Júnior. Na última semana, o clube oficializou a chegada de Alexandre Pato, que assinou um contrato com o clube válido até o fim do ano, com cláusulas de produtividade.
Max Verstappen, Fernando Alonso e Esteban Ocon formaram o pódio (Foto: Red Bull Content Pool)
Max Verstappen garantiu a vitória no GP de Mônaco de Fórmula 1 deste domingo (28), com 27s921 de margem para Fernando Alonso, o segundo colocado. Esteban Ocon ficou em terceiro
Max Verstappen foi o vencedor do GP de Mônaco de Fórmula 1 deste domingo (28). O holandês foi dominante apesar do tumulto causado pela chuva e recebeu a bandeirada com 27s921 de margem para Fernando Alonso, o segundo colocado.
Lando Norris, nono: “Foi uma corrida bem boa! Talvez não tenha sido perfeita, paramos um pouco antes da chuva, o que nos custou cerca de 20s de tempo de corrida, já que tivemos de parar outra vez para colocar os intermediários por causa da chuva que foi mais forte do que o esperado, mas, infelizmente, o stint não foi longo o bastante para extrairmos o máximo do bom ritmo que tínhamos. Hoje foi muito difícil, complicado com essas condições. Nosso ritmo foi bom, um dos melhores da pista. Vamos ver o que podemos aprender, seguir melhorando e fazer um trabalho melhor se for possível na próxima semana em Barcelona”.
Oscas Piastri, décimo: “Estou bem feliz com a décima colocação e o ponto de hoje. Não tem muito que dê para fazer em Mônaco no domingo, mas acho que fizemos uma boa estratégia em começar com o pneu duro. Quando a chuva começou, as comunicações foram muito boas e decidimos se e quando colocar os pneus intermediários. Claro, vamos dar uma olhada para ver se tem algo que poderíamos ter feito melhor hoje, mas parece que fizemos um bom trabalho, e estou muito feliz por nós dois termos terminado na zona de pontuação”.
Pierre Gasly (Foto: AFP)
Valtteri Bottas, 11º: “Tivemos uma corrida sólida e, provavelmente, extraímos tudo que era possível hoje. Quando você conquista quatro posições em Mônaco, não é um resultado ruim. Só é uma pena que não tenhamos conseguido nenhum ponto pelos nossos esforços. A chuva nos ajudou ao misturar um pouco as coisas, mas tivemos que tomar decisões importantes e tomamos as decisões certas. Não foi fácil, mesmo com os intermediários, já que a pista estava muito molhada em alguns lugares e mais seca em outros, mas decidimos arriscar antes de todo mundo e, como resultado, ganhamos terreno. O carro pareceu melhor com as atualizações que trouxemos, e vamos torcer para ter mais performance em Barcelona, uma pista mais rápida onde o nosso pacote deve funcionar um pouco melhor. Estou ansioso”.
Nyck De Vries, 12º: “Foi uma corrida extremamente difícil, com circunstâncias desafiadoras. Poderíamos ter lidado melhor com o primeiro stint, mas tive uma enorme queda de performance e, de repente, recuperei muita velocidade nas últimas sete voltas com os médios, antes de a chuva começar. Talvez pudéssemos ter forçado menos com Oscar no início, mas foi uma corrida sólida. Inicialmente, os intermediários não tinham nenhuma temperatura ou aderência, mas ficamos fora de problemas. No geral, estou satisfeito com o meu fim de semana, sem grandes erros em condições complicadas. Foi encorajador ver que estávamos tão pertos do top-10, e trabalhamos bem como equipe ao longo de todo o fim de semana para colocarmos os carros onde estavam no grid, então temos coisas positivas para levar a Barcelona”.
Guanyu Zhou, 13º: “Tivemos uma boa corrida em condições muito difíceis. Considerando onde começamos, podemos ficar satisfeitos com o progresso que conseguimos fazer. Decidimos fazer o pit-stop na volta 1, uma escolha agressiva que podia significar terminar a corrida com só um jogo de pneus duros. O ritmo que tínhamos com era bem bom e consegui recuperar algumas posições, segurando carros com pneus mais novos antes do início da chuva. A chuva deu um reset em tudo, tínhamos de fazer outra parada e lidamos com condições realmente difíceis: a pista estava muito complicada, todas as curvas podiam te pegar desprevenido e tive de ser muito cuidadoso. No fim, recuperei seis posições e foi bem divertido. Mais importante, nosso ritmo de corrida foi bom e uma boa indicação para irmos para pistas diferentes e outras condições”.
Lando Norris (Foto: McLaren)
Alex Albon, 14º: “Foi uma corrida entediante, mas dura. A chuva foi divertida e criou alguma coisa, mas não mudou realmente o nosso resultado ou bagunçou as coisas tanto quanto eu esperava. Muitos pilotos começaram com pneus duros, o que criou uma fila enorme, mas o pneu duro era muito melhor do que o médio. Foi, basicamente, uma corrida em que você queria ficar com os duros o máximo possível. Tentamos segurar um pouco e tivemos muito granulação com os médios. O ritmo foi bom durante um curto período de tempo, mas assim que os pneus superaqueceram, foi difícil fazer qualquer coisa”.
Yuki Tsunoda, 15º: “Foi uma corrida dura, pois mostramos bom ritmo e estávamos no controle, especialmente no seco. Com a chuva, o momento do nosso pit-stop para trocarmos os médios pelos intermediários foi perfeito, então a equipe fez um bom trabalho com isso. O problema que tive com os freios ao longo de todo o fim de semana foi amplificado com a chuva, e foi difícil controlar o carro e a situação. Me senti um passageiro até o final da corrida. Claro, estou frustrado, assim como a equipe, pois era possível pontuar hoje. É difícil de aceitar, ainda tem coisas que precisam melhorar, mas existem aspectos positivos para tirarmos deste fim de semana. Agora vamos dar reset e focar em Barcelona”.
Nico Hülkenberg, 17º: “O fim de semana não foi muito bom, mas, mesmo assim, a corrida foi divertida passando por estágios diferentes com pneus e condições diferentes. Fiquei feliz por ter passado por isso e ter saído bem. Senti que o ritmo era bem decente quando tive pista livre, mas, na maior parte da corrida, fiquei preso no tráfego, como é comum em Mônaco. De alguma forma, sinto que os problemas que tivemos em Mônaco foram bem específicos, então estou bem esperançoso de que em Barcelona vemos estar em uma posição melhor. Estou ansioso”.
Logan Sargeant, 18º: “Definitivamente, foi dura. Começou ok nas primeiras dez voltas e tal, aí tive muito desgaste com o pneu médio. Quando colocamos o duro, tivemos um furo depois de poucas voltas, então tive de parar para colocar os pneus de classificação e demorou, o que foi longe do ideal. Quando veio a chuva, foi uma questão de aprender sobre os intermediários. As rodas travaram um pouco algumas vezes no molhado, então, no geral, não foi um grande dia, mas vamos aprender o que for possível e seguir adiante”.
Valtteri Bottas (Foto: Alfa Romeo)
Kevin Magnussen, 19º: “Tentamos de tudo. Tentamos o contrário de todo mundo, e não funcionou. Inicialmente, no seco, estava parecendo interessante, mas quando a chuva veio, comecei a torcer por um safety-car ou uma bandeira vermelha, mas, claro, não aconteceu. Acabamos em último, colocamos pneus de chuva, mas não conseguimos fazê-los funcionar, então a corrida acabou. São muitos possibilidades para se arriscar quando se está fora do top-10, foi isso que fizemos hoje, mas não funcionou. Na próxima semana será outra corrida”.
A Fórmula 1 volta já na semana que vem, entre os dias 2 e 4 de junho, com o GP da Espanha, em Barcelona, sétima etapa da temporada 2023. E o GRANDE PRÊMIO acompanha tudo.
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O principal retorno fica por parte de Renato Augusto, que voltou a ser relacionado após ficar quase dois meses no departamento médico do clube. Cássio e Fagner também retornaram - confira a lista completa abaixo.
Já os desfalques ficam por parte de Cantillo, Paulinho e Gustavo Silva, que estão no departamento médico do clube. Guilherme Biro e Giovane estão a serviço da Seleção Brasileira no Mundial Sub-20 e também não estão à disposição de Luxemburgo. Ruan Oliveira, por sua vez, não foi chamado por opção técnica.
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Com o resultado positivo no Paraguai, o Palmeiras deu um grande passe rumo às oitavas de final da Libertadores. No momento, o Alviverde é o segundo colocado do grupo C, com os mesmos nove pontos do líder Bolívar-BOL, porém fica atrás devido ao saldo de gols. Para garantir vaga na próxima fase, o Verdão precisa de apenas mais um empate nos próximos dois jogos e ainda pode disputar liderança do grupo em casa. No Brasileirão, está na segunda posição com 15 pontos, três a menos que o primeiro colocado Botafogo.
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John Kennedy, por sua vez, conhece bem o desafio de vestir a camisa tricolor. De volta após o empréstimo à Ferroviária, o atacante, aos poucos, foi recebendo oportunidades com Diniz. Aliando habilidade na troca de passes com velocidade, o jogador de 21 anos voltou a se firmar como um bom desafogo.