Principal parceira comercial da seleção brasileira, a fornecedora de material esportiva Nike disse estar "profundamente preocupada" com as denúncias de assédio moral e sexual feitas por uma funcionária da CBF contra o presidente da entidade, Rogério Caboclo.
Em comunicado enviado ao portal UOL, a empresa norte-americana tratou o caso como "grave", e salientou que "segue de perto" as investigações.
"A Nike está profundamente preocupada com as graves acusações feitas ao presidente da CBF. Seguimos acompanhando de perto à apuração do caso e qualquer investigação futura. Esperamos que todas as descobertas sejam acionadas rapidamente", disse a companhia, através de sua assessoria de imprensa.
A empresa dos Estados Unidos é a principal provedora de receita da CBF, com quem tem relação desde os anos 90.
O contrato atual entre a Confederação e a Nike vai até 2026.
A fornecedora, porém, não é a primeira a se manifestar com palavras fortes após o surgimento das denúncias contra Caboclo.
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O alvo da insatisfação geral é o próprio presidente Rogério Caboclo
Na última sexta-feira, o banco Itaú também emitiu comunicado pedindo "investigação profunda" sobre o caso.
"O Itaú Unibanco recebe com preocupação as acusações divulgadas nesta sexta-feira envolvendo o presidente da CBF. Na qualidade de patrocinador oficial da seleção brasileira de futebol, o banco acompanhará de perto a apuração do caso e espera que a investigação seja profunda e célere", escreveu.
Por meio de nota, o presidente da CBF negou as acusações e disse que provará sua inocência.
"A defesa de Rogério Caboclo responde que ele nunca cometeu nenhum tipo de assédio. E vai provar isso na investigação da Comissão de Ética da CBF", escreveram os advogados do dirigente.
Principal parceira da seleção brasileira, Nike se manifesta sobre denúncias contra presidente da CBF - ESPN.com.br
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