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Atlético venceu o primeiro duelo por 2 a 0 e ampliou a vantagem
Atlético e Caldense se enfrentam neste domingo (27), às 18h, pela partida de volta das semifinais do Campeonato Mineiro, no Mineirão. Após construir boa vantagem no primeiro jogo ao vencer por 2 a 0, o alvinegro pode até perder por até dois gols de diferença para ir à final do Estadual pela 16ª vez consecutiva.
Presente em todas as finais do Campeonato Mineiro desde 2007, o Galo terá sete desfalques: Hulk, suspenso pelo terceiro amarelo, e os seis jogadores que foram convocados para as seleções que disputam as Eliminatórias da Copa do Mundo: os zagueiros Junior Alonso e Diego Godin, o lateral-esquerdo Guilherme Arana e os atacantes Savarino e Vargas. O goleiro Everson, convocado de última hora para a Seleção Brasileira no lugar de Ederson, do Manchester City, também desfalca o Galo.
Finalista do Mineiro em 2015, a Caldense tenta a façanha de voltar à decisão. Para isso, precisará derrotar o atual campeão Brasileiro por três gols de diferença. Apenas duas vezes a Veterana alcançou este feito nos 91 jogos entre as equipes na história: em 1997, quando ganhou por 3 a 0, e em 1998 na goleada por 5 a 2.
Acompanhe, a partir de 17h, a Jornada Esportiva da Itatiaia. Narração de Mário Henrique ‘Caixa’, comentários de Edu Panzi, reportagens de Claudio Rezende, Rubens Junior e Thiago Reis, participação de Nathalia Fiúza, análise de arbitragem de Márcio Rezende de Freitas, plantão de Fabrício Calazans e a ancoragem de João Vitor Cirilo.
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Uma emocionante briga marcou o final do GP da Arábia Saudita da F1. Neste domingo (27), Max Verstappen engatou na batalha contra Charles Leclerc e levou a melhor em cima do monegasco para garantir a vitória em Jeddah.
O competidor da Ferrari, após ultrapassar Sergio Pérez, conseguiu ditar o ritmo e se manter na primeira colocação por boa parte da disputa. Mas com poucas voltas para o final, teve de encarar as investidas do adversário da Red Bull.
Então, holandês e atual campeão da F1 conseguiu escolher os momentos certos para fazer as ultrapassagens, soube segurar Leclerc e cruzou a linha de chegada na primeira colocação. Com isso, é sua 21ª vitória na categoria.
Saiba como foi o GP da Arábia Saudita da F1:
O GP da Arábia Saudita da F1 já contaria com dois nomes a menos no grid. O primeiro era o de Mick Schumacher, que sofreu o forte acidente na classificação e apesar de liberado pelos médicos, não teria o carro pronto a tempo.
O outro era Yuki Tsunoda. Quando o pitlane abriu para os pilotos irem ao grid, o japonês relatou uma falha em seu motor e parou a AlpraTauri no meio da pista, precisando voltar a pé para os boxes.
Quem também viveu momentos de tensão foi Carlos Sainz e Ferrari. A equipe italiana encontrou um problema no cabeamento do carro do espanhol menos de 1h para a largada, mas conseguiu reverter a situação e o piloto foi para o terceiro posto de saída.
A Pirelli apontou três estratégias de pneus, duas largando com pneu médio e uma com macio. Entretanto, Lewis Hamilton, Nico Hülkenberg e Kevin Mgnussen optaram pelo composto mais duro da gama disponível – todo o resto foi de médio.
Largada autorizada na Arábia Saudita e Sergio Pérez conseguiu se manter na primeira colocação. Enquanto isso, Max Verstappen conseguiu passar Sainz e era o terceiro, começando a caçada em cima de Charles Leclerc.
Após três voltas completadas, a ordem na pista era Pérez, Leclerc, Verstappen, Sainz, Esteban Ocon, George Russell, Fernando Alonso, Valtteri Bottas, Kevin Magnussen e Lando Norris completando os dez primeiros.
Poucas mudanas de posições foram vistas desde o apagar das luzes em Jeddah. Quem mais perdeu posições foi Guanyu Zhou que, por problemas no carro, despencou sete posições, mas aos poucos ia se recuperando.
A Pirelli apontou três estratégias de pneus, duas largando com pneu médio e uma com macio. Entretanto, Lewis Hamilton, Nico Hülkenberg e Kevin Mgnussen optaram pelo composto mais duro da gama disponível – todo o resto foi de médio.
Largada autorizada na Arábia Saudita e Sergio Pérez conseguiu se manter na primeira colocação. Enquanto isso, Max Verstappen conseguiu passar Sainz e era o terceiro, começando a caçada em cima de Charles Leclerc.
Após três voltas completadas, a ordem na pista era Pérez, Leclerc, Verstappen, Sainz, Esteban Ocon, George Russell, Fernando Alonso, Valtteri Bottas, Kevin Magnussen e Lando Norris completando os dez primeiros.
Poucas mudanças de posições foram vistas desde o apagar das luzes em Jeddah. Quem mais perdeu posições foi Guanyu Zhou que, por problemas no carro, despencou sete posições, mas aos poucos ia se recuperando.
A dupla da Alpine, então, protagonizou uma batalha talvez intensa em demasia. Quando brigavam pelo sétimo posto, o bicampeão espanhol tomou uma fechada brusca de seu companheiro francês, quase causando uma colisão.
Pouco depois, os colegas do time voltaram a se encontrar no traçado. Dessa vez, Alonso fez a experiência prevalecer em cima de Esteban e conseguiu consumar a ultrapassagem pela sexta colocação.
Ocon e Fernando vinha numa intensa disputa e trocando constantemente de posições. O francês agora deu o troco em cima do duas vezes campeão, mas fez a passada por fora do traçado.
Quem vinha se aproveitando do embate era Valtteri Bottas. Atrás da dupla da Alpine, o finlandês se aproximava cada vez mais, estando a apenas 0s327 de Ocon – pouco depois, foi a vez de Magnussen também se juntar.
O primeiro piloto que decidiu ir aos boxes foi Daniel Ricciardo na volta 10. O piloto da McLaren optou por uma primeira parada mais cedo e trocou para calçar o composto mais duro.
Enquanto isso, mais para trás do pelotão, Hamilton vinha em sua briga pela recuperação após alinhar na 15ª colocação. Com 12 giros completados, o heptacampeão estava no 11º posto, quase dentro da zona de pontos.
As brigas mais emocionantes estavam mais para o meio do pelotão. Enquanto isso, Pérez, Leclerc, Verstappen, Sainz Russell, Alonso, Vottas, Ocon, Magnussen e Hamilton fechavam o top-10.
No último giro, o holandês da Red Bull virou mais rápido que o primeiro e segundo colocados. Enquanto o mexicano fez 1min35s316 e o monegasco 1min35s214, o atual campeão virou em 1min35s093.
Nesse momento, então, Pérez foi aos boxes e em rápida parada da equipe austríaca, voltou para a pista na quinta colocação, imediatamente atrás de George. O piloto calçou o composto mais duro.
Na volta 16, então, Nicholas Latifi mais uma vez sofreu um acidente na Arábia Saudita. O canadense da Williams acertou o muro de proteção no setor 3 e causou a saída do primeiro carro de segurança na pista.
Aproveitando isso, os pilotos começaram a ir aos boxes. Leclerc, Verstappen, Alonso, Bottas e Ocon foram alguns dos que foram fazer os pit-stops de troca de pneus. Inclusive, o monegasco saiu em primeiro, com Max em segundo e Sergio em terceiro.
Enquanto o carro de segurança estava a pista, Sainz aproveitou para reclamar de Pérez. O espanhol afirmou que foi empurrado pelo mexicano quando saia dos boxes, dizendo estar à frente do adversário.
Enfim o safety-car retornou aos boxes na volta 20 e a corrida foi recomeçada em Jeddah. Verstappen vinha colado de Leclerc, mas o atual líder da classificação conseguiu se manter na pontoa.
Atrás, o competidor da Red Bull devolveu a posição para Carlos, caindo para a quarta colocação. Russell, Magnussen, Hamilton, Alonso, Hülkenberg e Bottas completavam os dez primeiros colocados.
Uma boa briga que começou a se desenhar foi entre Lewis e Kevin. O inglês conseguiu se adiantar em cima do piloto da Haas e tomou o sexto, mas na sequência levou o troco e voltou para a sétima posição.
Na volta seguinte, Hamilton mais uma vez tentou fazer a ultrapassagem e por dentro, conseguiu tomar a posição de Magnussen. Dessa vez, conseguiu abrir um pequeno respiro em relação ao adversário. Vale lembrar que a dupla, além de Hülkenberg, ainda não pararam.
Uma boa briga que começou a se desenhar foi entre Lewis e Kevin. O inglês conseguiu se adiantar em cima do piloto da Haas e tomou o sexto, mas na sequência levou o troco e voltou para a sétima posição.
Na volta seguinte, Hamilton mais uma vez tentou fazer a ultrapassagem e por dentro, conseguiu tomar a posição de Magnussen. Dessa vez, conseguiu abrir um pequeno respiro em relação ao adversário. Vale lembrar que a dupla, além de Hülkenberg, ainda não pararam.
Em uma bela manobra, Alonso conseguiu tomar a sétima posição após uma boa ultrapassagem em cima de Magnussen. Por fora, o espanhol conseguiu se adiantar e logo abrir vantagem cima do piloto da Haas.
No giro seguinte, entretanto, o dinamarquês deu o troco em cima do espanhol. Inclusive, Fernando teve problemas, perdeu potência repentinamente e foi obrigado a abandonar a prova com 15 voltas para o fim.
Pouco depois, foi a vez de Ricciardo parar no meio da pista por problemas no carro e fez a saída do safety-car virtual. Na sequência, a transmissão também mostrou que Bottas, que vinha bem, abandonou a corrida.
Os pilotos aproveitaram para fazer as paradas. Entretanto, pouco depois do carro de segurança virtual, o pitlane foi fechado e, portanto, ninguém mais poderia entrar no momento.
Quem acabou perdendo a entrada dos boxes foi Hamilton. A Mercedes chegou a chamar o heptacampeão para a troca, a primeira do GP, mas apenas quando já havia passado da área do pitlane e, portanto, exclamou no rádio a insatisfação.
Com isso, já eram cinco pilotos que abandonaram a disputa na Arábia Saudita, isso sem contar Schumacher. Tsunoda que não conseguiu largar, Latifi, Ricciardo, Alonso e Bottas, restando 14 competidores na pista.
Corrida recomeçada e Leclerc não teve problemas em se manter na primeira colocação, apesar de ter perdido terreno para Verstappen. Enquanto isso, Lewis foi aos boxes e em uma parada lenta da equipe alemã, retornou à pista apenas em 12º.
Verstappen e Leclerc começaram a desenhar a briga vista no Bahrein. A menos de 1s do monegasco, o holandês chegou a abrir a asa móvel e se aproximou do ponteio, mas não conseguiu assumir a primeira colocação.
Na segunda tentativa, o piloto da Red Bul, conseguiu tomar a primeira colocação. Mas não por muito tempo, pois o atual líder da classificação deu o troco em cima do adversário para voltar para primeiro.
Os competidores vinham em uma briga bastante emocionante pela liderança do pelotão. Quando Verstappen ia ultrapassar, acabou tirando o pé, assim como Leclerc, que conseguiu manter a ponta.
O atual campeão da F1 vinha tirando tempo do atual líder da classificação nos setores. O segundo colocado voltou a encostar no ponteiro, mas esperando o momento certo para tentar a ultrapassagem.
Na entrada da reta principal, o competidor da Red Bull mais uma vez superou o adversário da Ferrari. Dessa vez, o piloto começou a se distanciar do competidor, abrindo já 0s776.
Quando Leclerc mais uma vez se aproximou de Verstappen para tentar a ultrapassagem para reassumir a primeira colocação, uma bandeira amarela no setor 1 jogou água no chope do monegasco, que não pôde abrir o DRS.
Não deu para Leclerc. Verstappen garantiu o triunfo na Arábia Saudita, com Leclerc na segunda colocação e Sainz completando o pódio do dia. Pérez e Russell completaram o top-5 em Jeddah.
1) Max Verstappen (Red Bull)
2) Charles Leclerc (Ferrari)
3) Carlos Sainz Jr. (Ferrari)
4) Sergio Pérez (Red Bull)
5) George Russell (Mercedes)
6) Esteban Ocon (Alpine/Renault)
7) Lando Norris (McLaren/Mercedes)
8) Pierre Gasly (AlphaTauri/Red Bull)
9) Kevin Magnussen (Haas/Ferrari)
10) Lewis Hamilton (Mercedes)
11) Zhou Guanyu (Alfa Romeo/Ferrari)
12) Nico Hülkenberg (Aston Martin/Mercedes)
13) Lance Stroll (Aston Martin/Mercedes)
14) Alexander Albon (Williams/Mercedes)
OUT) Valtteri Bottas (Alfa Romeo/Ferrari)
OUT) Fernando Alonso (Alpine/Renault)
OUT) Daniel Ricciardo (McLaren/Mercedes)
OUT) Nicholas Latifi (Williams/Mercedes)
Não largou) Mick Schumacher (Haas/Ferrari)
Não largou) Yuki Tsunoda (AlphaTauri/Red Bull)

O Corinthians entra em campo neste domingo, às 16h, para enfrentar o São Paulo pela semifinal do Campeonato Paulista. O Timão vai ao Estádio do Morumbi em busca de manter um jejum que já perdura há quase 22 anos no clássico Majestoso.
Foi em junho de 2000, em uma semifinal de Campeonato Paulista, a última vez que o São Paulo eliminou o Corinthians em um confronto de mata-mata. Neste século, portanto, o Timão ainda não foi eliminado em competição alguma pelo rival do Morumbi.
De lá para cá, foram nove confrontos entre as equipes em partidas eliminatórias, sendo todos eles vencidos pelo Corinthians. Nestes embates, o Timão conquistou nada menos do que quatro títulos: Rio-São Paulo 2002, Campeonato Paulista 2003 e 2019 e a Recopa Sul-Americana de 2013.
Para o lado alvinegro, porém, há também um jejum a ser quebrado. Afinal, o Timão não vence o São Paulo no Morumbi, palco da partida deste domingo, desde 2017, quando superou o rival por 2 a 0 no jogo de ida da semifinal do Campeonato Paulista daquele ano. Na ocasião, os gols foram marcados pelo centroavante Jô e pelo meia Rodriguinho.
Copa do Brasil 2002 (semifinal)
Rio-São Paulo 2002 (final)
Campeonato Paulista 2003 (final)
Campeonato Paulista 2009 (semifinal)
Campeonato Paulista 2013 (semifinal)
Recopa Sul-Americana 2013 (final)
Campeonato Paulista 2017 (semifinal)
Campeonato Paulista 2018 (semifinal)
Campeonato Paulista 2019 (final)
Veja mais em: Campeonato Paulista, Majestoso, Corinthians x São Paulo e História do Corinthians.

Abel Ferreira aceitou a proposta do Palmeiras e renovou seu contrato com o clube. O vínculo agora vai até dezembro de 2024. O acerto foi confirmado neste sábado (26). O UOL apurou que o contrato já foi assinado, mas o anúncio formal do clube só deve ser feito mais tarde.
Abel ainda tinha contrato até o fim deste ano. Mas desde muito antes mesmo de assumir o mandato, a presidente Leila Pereira já vinha conversando com o treinador sobre o acordo.
Abel segue com um dos maiores vencimentos entre os técnicos da América do Sul, status que já tem desde o fim do ano passado, quando seu salário foi ajustado.
Com menos de três anos no Palmeiras, Abel Ferreira ganhou duas copas Libertadores, uma Copa do Brasil e uma Recopa Sul-Americana.
Mais do que isso, transformou a maneira de ver futebol de grande parte da torcida, ao aplicar e explicar intenções táticas por trás de suas estratégias de jogo. Abel elevou o nível da discussão em torno das partidas do Palmeiras.
E por causa de tudo isso, tornou-se ídolo dos palmeirenses, subitamente inserido entre os maiores da história do clube. Com a chancela de Felipão, por exemplo, ele mesmo um ícone da história alviverde.
Ao mesmo tempo, o português também foi alvo de muitas contestações por uma parte da crítica, que o define como retranqueiro e não reconhece nele méritos profissionais que justifiquem a adoração.
Abel foi indagado sobre isso no programa da TV Cultura. Deu risada e sintetizou sua filosofia de jogo em uma sentença: "O futebol é um jogo".
O Vasco mais uma vez teve motivos para reclamar da arbitragem no Campeonato Carioca. No jogo desta quarta-feira, contra o Nova Iguaçu, do...